Entrelinhas do Tempo
- Marsala Jolie
- 27 de nov. de 2024
- 1 min de leitura

Às vezes me perco, às vezes me acho,
Às vezes sem palavras, sem saber o que escrever.
No cansaço, às vezes, a vida se desfaz.
E em crise poética, me visto sem enxergar.
Nas entranhas da alma, um turbilhão de cores,
O amor e a saudade dançam em compassos incertos.
A tristeza, como chuva fina, molha os versos,
E a esperança, como sol tímido, aquece os invernos.
Em cada estrofe, um suspiro, uma memória guardada,
Os olhos fechados, buscando o eco das palavras.
E no silêncio, o coração bate como tambor,
Traduzindo em ritmo o que a mente não diz com fervor.
Às vezes, sou tempestade, trovão e relâmpago,
Outras, sou brisa suave, carregando segredos no coração.
E quando a lua espreita pela fresta da janela,
Sou poesia em movimento, verso a verso, sem tela.
Assim, me visto de versos, me desvisto de medos,
E na dança das palavras, encontro o meu enredo.
Às vezes me perco, mas é na poesia que me acho,
Nas entrelinhas do tempo, onde o coração se desata e se enlaça.
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Escrito por...
...Marsala Jolie!




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